Empresária, dona da Locomotiva de Sucesso, empresa de Desenvolvimento Pessoal e Humano, uma das Melhores Palestrantes Motivacionais do país, dotada de uma capacidade incrível de transmitir conhecimento, um verdadeiro transformador de energia negativa em positiva, Gleycianne Gomes, revoluciona o Nordeste trazendo os melhores treinamentos para Mudança de Mentalidade.

Gleycianne Gomes, cursou Administração em Fortaleza, estado do Ceará aonde nascera, acreditou ser muito tecnológica para sua época e entrou na faculdade de Análise de Sistemas, mas sentiu que na teoria a prática era outra, e não conseguia se encaixar no formato de ensino das 4 universidades que passou. Hoje estudo de 2 a 5 horas de conteúdo diariamente sobre vibração, energia, mentalidade, finanças, vendas, marketing digital e tecnologia.
 

Até os 8 anos foi criada pelos seus avós maternos Geralda e Raimundo, em Fortaleza, Ceará, enquanto sua mãe trabalhava em uma loja de fotografia para seu sustento.

Aos 8, sua avó morre de ataque fulminante na sua frente e ela precisa se mudar para casa de sua mãe, em Caucaia, ela estudava pela manhã próximo de casa e passava a tarde em casa sozinha cuidando da casa e malinando bastante até sua mãe chegar as 19 horas do trabalho.
Seu pai na época estava buscando uma luz ao sol, buscando se reencontrar com Deus, até que se converteu ao cristianismo e tornou-se o melhor pai do mundo. Ele foi o responsável por levar Gleycianne para conhecer a Deus de forma mais profunda, aos 12 anos, contra sua vontade, principalmente porque sempre viveu no cristianismo católico e toda semana estava na missa, acreditava jamais mudaria de opinião, já decidida com tão pouca idade, ela passava fins de semana com seu pai José Aragão Lopes Junior e teve que se render às idas a igreja cristã evangélica. Após algumas semanas tendo que frequentar a igreja sem vontade, só para acompanhar o pai, tomara a decisão que descreve ter mudado todo o rumo de sua vida, dos seus comportamentos e de suas crenças, foi até o altar e afirmou que queria viver a partir dali de forma diferente.
Seu pai ficara muito feliz, porém a família criticava o exagero de se falar em Jesus. Gleycianne era empolgada ao falar de Cristo que até atendida o telefone dizendo: “Jesus te ama bom dia”, descreve sorrindo.
Tempos bons, que não tinha vergonha de pregar o evangelho nas tardes quentes do Ceará aos domingos, entregando folhetos de salvação e feliz da vida naquele sol escaldante, Gleycianne nem sonhava que dali estava nascendo o desejo e a missão de ajudar as pessoas a se transformarem em pessoas melhores.
Ela abraçou a liderança de crianças na igreja, era recepcionista dos cultos às quartas e domingos, se sentia útil alegrando e recebendo as pessoas e por 5 minutos durante anos, ela cantava o hino de boas vindas aos visitantes da igreja, não sabia ela, que daquele púlpito pentecostal, surgiria uma palestrante que subiria ainda muitas vez ao palco e aos púlpitos para causar uma verdadeira transformação na vida das pessoas.
Gleycianne iniciou sua carreira aos 17 anos como estagiária do banco Pan Americano, mas desde os 12 iniciou seu empreendedorismo, ela se desejava ajudar sua mãe Regina Claudia Gomes Duarte, que a criava sozinha e começou a ganhar seu próprio dinheiro como manicure.
Sua mãe fez uma compra de 80 reais de materiais para unhas e ela iniciou seu trabalho aos 12 anos, ela e sua mãe moravam em um conjunto habitacional chamado Araturi, no município de Caucaia, Ceará, dos 9 aos 23 anos.
Dos quais se lembra com alegria das épocas boas que vivia com seus amigos nos anos 90 no colégio, Centro Educacional Graziela de Castro, até concluir seu ensino médio, aos 14.
Sua trajetória foi intensa.
Ainda criança com apenas 12 anos, passou pelas experiências de: manicure, vendedora de sucos, consórcio porta a porta, fotógrafa, cabeleireira, cinegrafista, modelo e até vendedora de bilhetes da sorte, até os 17 anos, onde casou, concluiu seu ensino médio pela Fundação Bradesco no Tabapuá, Caucaia, Ceará e iniciou seu estágio no banco.
Gleycianne Gomes sempre foi ousada, porém muito ingênua, rapidamente conseguiu ser efetivada na empresa onde estagiava, era muito comprometida com o trabalho, estudava a noite e ainda cuidava de marido, casa e igreja. Descreve o quanto amava e o quanto tinha energia para fazer tudo.
Até então nunca tinha saído do seu estado, mas ela pensava grande, ela vivera numa vida cheia de alegria porém com pouquíssimos recursos financeiros, não sabia onde poderia chegar mas que seria bem alto.
Começou ganhando 160 como estagiária até levar o susto da demissão em 2017 onde chegou a ganhar até 2 mil no mês por seus resultados, era tipo: “eu to rica” e de repente era “eu to pobre”.
Com os 10 mil de rescisão que recebera tratou logo de comprar uma casa, para sair do apartamento emprestado que morava com o marido, mas dias depois começou a falta de dinheiro e se viu em pleno feriado de carnaval comendo ovo, arroz, farinha e com R$ 1,25 comprou uma coca cola de vidro para almoçarem, mas sempre confiante e feliz, resinificou, orou e aceitou um emprego para trabalhar em um correspondente bancário para ganhar 800 reais por mês e uma promessa de vender 2 milhões em empréstimos para os servidores do Tribunal do Estado do Ceará.
Mas nunca que Gleycianne acreditava que conseguiria vender isso tudo, porque seu termostato no emprego anterior é que 10 pessoas somadas faziam um milhão de vendas de crédito, jamais ela conseguiria sozinha fazer 2 milhões, mas precisando do emprego aceitou o desafio.
Uma das primeiras fichas que caíram para ela, foi quando a colocaram para treinar com a pessoa que estava sendo demitida do cargo, a moça, desmotivada e cansada deu todas as “coordenadas” para Gleycianne, todas as regras e o que não podia ser feito no TRT, e que tinha que passar o dia sentada na cadeira gigante que tinha lá na biblioteca , tipo aquelas de reis, e passar o dia esperando o telefone tocar, anos depois ela alerta: “Cuidado com quem você aprende, Zé Ruela só ensina o que sabe, busque pessoas que fazem diferente e que tem sucesso para você aprender”. Inconformada, passou um dia desesperador parada naquela cadeira, rapidamente tomou uma atitude diferente e , mesmo sem querer